Ápice do Artífice (Nível 20) — A Obra-Prima
No vigésimo nível, o Artífice constrói a invenção que coroa uma vida de engenho — a Obra-Prima. A moldura compartilhada do Ápice é uma criação única, irrepetível, que nenhum outro inventor de Etril poderia fazer: algo que redefine o que é possível com latão, vapor e reagente. Mas o que a Obra-Prima é, e o que ela cobra de seu criador, separa o Engenheiro, o Alquimista e o Galvanista. Os três constroem o impossível; o que difere é se a criação serve ao mundo, o transforma, ou consome quem a fez. Em Etril, a maior invenção é sempre também a maior pergunta sobre o preço de inventá-la. Moldura do Ápice: o Artífice constrói uma Obra-Prima — uma criação permanente e singular, definida em conjunto com o Narrador, que opera muito além de qualquer tecnologia comum do cenário. Uma vez existindo, ela é a assinatura definitiva do seu gênio, e o motor de boa parte do que o personagem fará dali em diante. Engenheiro — A Máquina Perfeita: Sua Obra-Prima é um autômato ou exotraje definitivo — uma máquina que pensa, luta e obedece como nenhuma outra, ou uma armadura mecânica que torna você imparável. Ela é uma extensão sua tão completa que a fronteira entre o inventor e a invenção se dissolve. E é exatamente aí que mora o preço, fiel ao Engenheiro desde o nível 1: fundir-se de tal modo à própria obra rebaixa o teto do Self de forma permanente — você construiu a Máquina perfeita e tornou-se, em parte, máquina. O clímax do criador que vira sua criação: o triunfo da engenharia que é, ao mesmo tempo, o momento em que A Máquina finalmente o devorou — pelas próprias mãos dele.
Dados de jogo
- Classe
- Artífice
- Nível de aquisição
- 20
- Tipo
- Ápice
Regras e funcionamento
No vigésimo nível, o Artífice constrói a invenção que coroa uma vida de engenho — a Obra-Prima. A moldura compartilhada do Ápice é uma criação única, irrepetível, que nenhum outro inventor de Etril poderia fazer: algo que redefine o que é possível com latão, vapor e reagente. Mas o que a Obra-Prima é, e o que ela cobra de seu criador, separa o Engenheiro, o Alquimista e o Galvanista. Os três constroem o impossível; o que difere é se a criação serve ao mundo, o transforma, ou consome quem a fez. Em Etril, a maior invenção é sempre também a maior pergunta sobre o preço de inventá-la.
Moldura do Ápice: o Artífice constrói uma Obra-Prima — uma criação permanente e singular, definida em conjunto com o Narrador, que opera muito além de qualquer tecnologia comum do cenário. Uma vez existindo, ela é a assinatura definitiva do seu gênio, e o motor de boa parte do que o personagem fará dali em diante.
Engenheiro — A Máquina Perfeita: Sua Obra-Prima é um autômato ou exotraje definitivo — uma máquina que pensa, luta e obedece como nenhuma outra, ou uma armadura mecânica que torna você imparável. Ela é uma extensão sua tão completa que a fronteira entre o inventor e a invenção se dissolve. E é exatamente aí que mora o preço, fiel ao Engenheiro desde o nível 1: fundir-se de tal modo à própria obra rebaixa o teto do Self de forma permanente — você construiu a Máquina perfeita e tornou-se, em parte, máquina. O clímax do criador que vira sua criação: o triunfo da engenharia que é, ao mesmo tempo, o momento em que A Máquina finalmente o devorou — pelas próprias mãos dele.